quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ARRANCAR E RECOLHER.




Vontade que deu de postar essa parábola!!!
Vontade que deu de entender como ainda tentamos arrancar, consertar, modificar, retirar antes do tempo e por nossa força, coisas que tem tempo certo  e modo prático e sobrenatural de ser solucionado.
Isso sem ferir desnecessariamente a quem quer que seja. Principalmente se for o trigo enfrutecido!
Não sei se me faço entender, mas ao menos sera sempre bom relembrar um pouco e reaprender um outro tanto, com o Mestre.

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 «Jesus lhes propôs outra parábola:
O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo. Mas enquanto os
homens dormiam, veio um inimigo dele, semeou joio no meio do trigo e retirou-se.
Porém quando a erva cresceu e deu fruto, então apareceu
também o joio.
Chegando os servos do dono do campo, disseram-lhe: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? pois donde vem o joio?
Respondeu-lhes: Homem inimigo é quem fez isso.
Os servos continuaram:
Queres, então, que vamos arrancá-lo?
Não, respondeu ele, para que não suceda que, tirando o joio, arranqueis juntamente com ele também o trigo. Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e no tempo da
ceifa direi aos ceifeiros:
Ajuntai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar, mas recolhei o trigo no meu celeiro.»
(Mateus 13:24-30)2


Quero aprender a conviver Senhor!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

COM O CORAÇÃO NA MÃO!


     

"Senhor, por acaso eu lhe pedi um filho?"
2 Reis Capítulo 4 do versículo 8 ao 37
Vi nessa linda passagem, amor ao próximo, confiança, gratidão, fé, perseverança, atitude e me renovou a certeza de que Deus naquele tempo atendeu, pode atender, e sempre atenderá segundo a sua vontade o desejo do nosso coração.
A Sunamita com o coração angustiado questionava o profeta Eliseu sobre o filho dado a ela por profecia e que agora estava morto. Por tão pouco tempo o tivera em sua companhia. Por tão pouco tempo, porque os pais esperam que os filhos os enterrem, que os filhos cuidem deles quando os cabelos embranquecerem e as pernas estiverem fracas e vacilantes e não o contrário.
"Senhor, por acaso eu lhe pedi um filho?"
Tudo bem Senhor, fiquei muito feliz quando essa criança nasceu, mas porque com tão pouco tempo o leva embora, ou o deixa inerte, quase sem vida nessa cama?
Fico pensando nessa história e lembrando das mães que como a Sunamita vão diante do Senhor com o coração na mão por ter perdido um filho, e um questionamento na alma porque é humana e nos momentos de dor interroga: Porque Senhor?
Fico pensando também em todas as mães que mesmo não perdendo o filho por morte, tem o inerte sobre um leito, dependendo em tudo de sua força. Força essa que busca ansiosamente em Deus já que por si mesma consegue somente clamar:
Senhor, por acaso eu lhe pedi um filho?
Por mais que pareça atrevido demais questionar a Deus sobre o que nos acontece, creio que mesmo com o coração na mão se pararmos para ouvir a resposta que prontamente Ele nos dá acharemos nelas o conhecimento necessário para crescermos e aceitarmos com serenidade os seu desígnios.
E na paz entenderemos que vivendo ou morrendo estando em Cristo temos um encontro marcado no futuro com os nossos amados, e eles conosco.
Hoje Ele nos dá forças para superar as dificuldades, na eternidade quando aos seus pés nos curvarmos nos segurará as mãos e gentilmente nos mostrará um ser perfeito livre de todos os males e nos dirá suavemente: "Pegue o seu filho!"
Ali sim viveremos em perfeita paz, ali não haverá dor, não haverá AVC, não haverá mortes, não haverá SAUDADES!
 Dedico a você mãe, serva amada do Senhor Deus.
Com todo o meu carinho e admiração!
 O Senhor é contigo mãe!



Di Vieira

Final dos tempos.

No ano em que falamos tanto contra a violência contra as mulheres, o feminicídio, o preconceito de todas as formas, os abusos, a violênci...